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Como pode ser esperado de um blog, se trata de uma obra em andamento. No momento, publicamos aqui três tipos de textos que se adequam à definição de um blog.

  • em inglês: textos que Touché publica com uma certa regularidade no LinkedIn.
  • em português: contribuções de Touché ao Brasil com Z, um blog de brasileiros expatriados sobre os países onde moram. A participação parou algum tempo atrás, mas os textos de Touché continuam sendo interessantes.
  • em português, holandês, inglês e mesmo francês: sempre que viajamos, enviamos newsletters para os amigos em vários países. No ínicio, as messagens eram somente em português, depois foi adicionada uma versão em holandês e em 2016 fomos loucos o suficiente para escrever em francês e inglês também durante nossa estada em Nova Zelândia/Austrália e Costa Rica. Vamos progressivamente postar alguns relatos de viagem, voltando no tempo.

Nota: a última mensagem está no topo. Use o menu à direita ou role para baixo para encontrar mensagens mais antigas.

Touché Guimarães é escritora, professora de idiomas, tradutora/revisora, apaixonada pela natureza, por animais (sobretudo gatos) e por gente de olhar positivo e mente aberta.

Visite as estufas reais em Bruxelas

Entre os eventos mais bonitos que acontecem na Bélgica, decididamente a exposição das estufas reais, em Bruxelas, é um must para qualquer pessoa que gosta de plantas e flores e não só, porque a arquitetura das estufas, em si, já é algo belo de se ver. E, ainda que o Castelo de Laeken, residência da família real, não seja aberto à visitação, sempre se pode ter uma visão mais de perto deste magnífico edifício, e nos deliciarmos com os jardins, incrivelmente bem cuidados.

O Castelo de Laken

O Castelo de Laken

Por tradição, as estufas reais se abrem para o público todos os anos, sempre no início da primavera, e geralmente permanecem abertas por 3 semanas. As entradas são vendidas no local e como isto significa fazer uma fila que, ainda que não costume ser demorada, tornam aconselhável não deixar para ir em dias e horários de pico. Evidentemente, os fins de semana e feriados são sempre mais cheios.

Visão do conjunto de estufas

Visão do conjunto de estufas

O percurso é organizado de maneira a permitir aos visitantes passearem pelas estufas tranquilamente e com tempo suficiente para fazer as fotos imperdíveis para quem coleciona belos momentos. Uma parte do trajeto passa por fora das estufas, possibilitando uma boa visão dos jardins e, para os que desejem, se pode fazer uma pause para um lanchinho...

O jardim com a torre japonese

O jardim com a torre japonese

Uma das entradas para as estufas

Uma das entradas para as estufas

Como detalhe especial, vale a pena dar uma entradinha no ateliê que a rainha Elisabeth in Beieren (Isabel da Baviera), usava em seus momentos de criação artística. Ela foi a terceira rainha da Bélgica, casada com o rei Albert I, e marcou sua passagem na casa real belga por sua paixão pelas artes.

O ateliê da rainha Elisabeth

O ateliê da rainha Elisabeth

O interior do ateliê

O interior do ateliê

O estúdio é bem bonitinho e foi conservado da forma como era quando usado pela rainha.

O casal apaixonado por flores

O casal apaixonado por flores

Vestir discretamente e sem se importar de repetir a roupa. Além disso, conforto é prioridade, poucas pessoas sacrificam seus corpos para vestir-se na moda. Strip-tease não está necessariamente ligado ao mercado do sexo. No inverno a gente passa o tempo todo se vestindo para sair dos lugares, tirando roupas ao entrar nos lugares, vestindo de novo ao sair, tirando ao chegar...

Algumas informações práticas:

Local: Castelo de Laeken
Endereço: Avenue du Parc Royal, 1020 – Bruxelles
Período: 3 semanas fim de abril e começo de maio.

Uma grande diversidade de pelargoniums (geranium)

Uma grande diversidade de pelargoniums (geranium)

Tem també muitos tipos de fuchsias

Tem també muitos tipos de fuchsias

Um pouco de História

As estufas do Castelo de Laeken ocupam uma área de 14.000m² dentro do terreno onde se encontra a residência oficial da família real belga. O projeto, feito em 1873, obra do arquiteto Alphonse Balat, sob encomenda do rei Leopold II, foi concebido como um belo anexo ao castelo, dando a impressão de uma silhueta de vidro e aço sobre um terreno elevado. O Jardim de Inverno, construído entre 1874 e 1876, é a estufa principal, e sua belíssima cúpula, de 60m de diâmetro, tem chamado a atenção de aficionados de todo o mundo por sua extraordinária concepção arquitetônica. Na época, estas estufas foram fonte de inspiração para a nascente arquitetura belga, que inaugurava o movimento Art Nouveau, indo além do conceito de um jardim adaptado a um lugar feito de aço e vidro para a concretização do que se pode chamar um ‘palácio ideal feito de vidro’. Posteriormente este estilo se tornou mundialmente famoso.

Detalhe da cúpola

Detalhe da cúpola

As plantas que ali são cultivadas foram cuidadosamente escolhidas, tendo algumas mudas sido plantadas pelo próprio rei Leopold II. Com o passar dos anos, a família real sempre preservou a beleza do lugar, onde várias espécies exóticas e pelargoniuns (gerânios), fúcsias e camélias têm destaque entre uma enorme variedade.

Realizando o sonho brasileiro

Realizando o sonho brasileiro

A construção destas estufas significou um grande desenvolvimento na arquitetura utilizando o aço e tiveram como objetivo político simbolizarem o poder real sobre Congo, então colônia belga. Felizmente, a situação política mudou, mas a beleza das estufas se preserva intacta ao longo dos anos.

Touché Guimarães, publicado em Brasil com Z em 15/04/2015.
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10 dicas de como viajar muito, bem e barato

Sabendo que não somos milionários, muitas pessoas já nos fizeram a pergunta: ‘Como vocês fazem para viajar tanto?’. Porque fazer turismo não demanda somente tempo livre, mas, evidentemente, significa custos extras, que não são considerados possíveis quando não se conhece as ‘mãnhas’ para se ver o mundo sem se ficar sufocado financeiramente. Nós sempre organizamos nossas viagens nós mesmos, e isso é fácil, basta querer e ter acesso à internet.

Assim, aqui vão algumas dicas sobre o assunto, baseadas em nossos 12 anos de andanças, por vários países. Acreditamos que conhecer novos lugares, ver novas culturas e conhecer novas pessoas nos tem ajudado a manter-nos jovens e ativos. Prontos…vamos lá?

Novas janelas para o mundo !

Novas janelas para o mundo !

1) Defina os lugares que quer ver e considere as distâncias.

Excursões costumam ser práticas, mas as chamadas tipo ‘visite 10 países em 20 dias‘, significam que você vai estar em constante movimento de chegar e partir, arrumar e desfazer malas e não ter liberdade para escolher o que quer ver e sendo apenas parte de um bando sem opinião/decisão própria. Em geral, custam caro e as empresas normalmente te levam a lugares com as quais tem acordos financeiros, sem levar em conta os gostos e necessidades dos turistas.

2) Verifique a documentação necessária para visitar os países escolhidos.

Antes de mais nada: qual a data de validade do teu passaporte? Existem acordos diplomáticos entre países e nem sempre o visto é necessário, ou mesmo o passaporte em si. No entanto, é bom se certificar. Existem países que demandam vacinas especificas e algumas destas precisam ser tomadas com semanas de antecedência, antes da partida.

Que bom, vamos viajar !!!

Que bom, vamos viajar !!!

3) Vai viajar de avião? Compre sua passagem com a máxima antecedência possível!

Os preços vão subindo, à medida em que se aproximam as estações de turismo. Assim, atenção para os meses em que pensa em viajar. Aqui na Europa, o verão costuma atrair a maioria dos turistas e julho e agosto são os meses de pico. Claro, o mesmo ocorre com os meses de inverno (dezembro a fevereiro), que costumam atrair os apaixonados dos esportes nevados.

A maioria das cias aéreas lançam promoções e vale a pena pesquisá-las. Um fato interessante, aqui na Europa, vôos para Frankfurt costumam ser os menos caros, muito provavelmente por se tratar de um dos mais importantes hubs do mundo.

4) Prepare seu roteiro antes de partir!

Ajuda muito, quando já se sai de casa com uma ideia básica do que se quer ver e/ou fazer no lugar para onde se vai. Para isto, basta usar o google.

Por exemplo, visitar um museu pode levar 1 hora…ou um dia inteiro. Visitar um castelo, pode levar algumas horas. Passear em pequenas cidades, pode ser programa para todo um dia, ou simplesmente o tempo de parar para um café. Assim, saber que tipo de turismo se quer fazer é fundamental para que a viagem seja a mais agradável possível.

Os funcionários dos pontos de turismo (marcados com ‘ I ‘ ), costumam ser extremamente solícitos e gostam muito quando a gente pede uma opinião pessoal. Perguntar é sempre válido e pode levar a descobrir-se lugares bem mais interessantes do que os ‘oficiais’.

5) Como fazer, após aterrissar?



Novos sons…

Novos sons…

Após vôos longos, sugerimos pelo menos uma noite de descanso, antes de partir para aventuras turísticas, salvo se a ideia é sair rodando diretamente do aeroporto para algum outro lugar. É aconselhável alugar o carro no aeroporto onde se chega, e entregå-lo no mesmo aeroporto, marcando o horário de entrega para o mais tarde possível. Costumamos usar a Europcar, cujos veículos nunca nos deixaram na mão. No entanto, é sempre bom verificar se o GPS está funcionando direitinho.

IMPORTANTE: a carteira de motorista internacional SÓ é válida com a original !!!! seja para dirigir, ou para alugar um veiculo, você precisará das duas.

Se preferir viajar de trem, é bom verificar os preços e as conexões, antes de comprar qualquer plano dos vários que existem. Por exemplo, o Europass permite 10 deslocamentos num prazo de 20 dias, por um preço atraente. Para quem pretende passar alguns dias em alguns lugares especiais, talvez valha mais a pena adquirir passagens localmente. Também é importante verificar os tipos de trens, porque alguns são ‘paradouros‘ e levam o triplo do tempo para se chegar ao destino. É sempre bom se informar no guichê, pois às vezes compensa esperar para embarcar num trem direto – que nem sempre é mais caro.

6) Transporte público



Não tem bilhete combinado para barquinhos, não…

Não tem bilhete combinado para barquinhos, não…

Na maioria das capitais na Europa, existem tickets combinados, que tanto podem ser para metro, ônibus, bem como para trams e trens. Normalmente, os bilhetes ida-volta saem menos caro, bem como comprar-se bilhetes para 10 ou mais vêzes. Em alguns lugares, você compra um ticket que tem o sistema de ‘créditos’, que você pode ir comprando durante a estada no local, no próprio guiché das estações; e cujo valor inicial você pode recuperar, no final da viagem. É bom ficar atento, para não perder este reembolso, geralmente feito em postos/guichés/estações especiais para tal. Nos aeroportos costuma haver locais específicos, se informe bem.

7) Onde se hospedar?

Claro, o tipo de hospedagem varia com os gostos de cada um, mas o importante é a certeza de que se pode encontrar locais confortáveis, limpos e seguros, sem ter que se gastar horrores. Afinal, quem viaja de turismo não tem como objetivo principal ficar dentro de um hotel, né??

Aqui na Europa, quando não está frio, costumamos acampar. O mesmo fazemos em outros países onde existe uma boa estrutura de campings, como fizemos nos Estados Unidos, por exemplo.

Um camping agradável, com boa localização e/ou bom acesso com transporte público pode custar de 20 a 40 euros/noite/barraca, com confortável bloco sanitário, lugar para lavar pratos e, geralmente, um espaço comunitário para refeições. Ha campings de todo tipo, desde os que parecem clubes (com quadras disso e daquilo, piscina, restaurante, etc) e os campings menores, geralmente mais calmos e sempre mais baratos, claro.

Existem sacos de dormir que não pesam mais de 4kgs, e são muito práticos para se levar em bagagens cheias. Nas grandes lojas de materiais de camping, podem ser adquiridos por 80 euros e uma boa tenda para 3 pessoas não custa mais de 180 euros.

Kluisbos: lindos passeios

Kluisbos: lindos passeios

E quanto a hotéis?

Sempre usamos o www.booking.com – quando pensamos em alojamento. Sistema altamente funcional, cujo site, em diversas línguas, abrange uma infinidade de países e lugares, dando alternativa de se filtrar o alojamento desejado, por tipo, preço, etc…

Nós sempre preferimos os B&B a hotéis. O sistema de Bed & Breakfast permite uma sensação de aconchego, impossível num grande hotel. Normalmente são os próprios proprietários que fazem tudo, tendo destinado uma parte de sua casa a hóspedes. Assim, os (normalmente poucos) apartamentos costumam ser decorados individualmente e, no caso de reservar, é bom preencher a pergunta ‘tem alguma solicitação especial’, que eles sempre buscam atender. Por exemplo, se for um casal, melhor mencionar se preferir uma cama de casal, pois é muito comum se encontrar duas camas de solteiro num apartamento duplo.

8) Como escolher o local de hospedagem?

O Trip Advisor oferece um serviço excelente e gratuito, para quem quer evitar surpresas desagradáveis. Sempre que viajamos, antes de fazer uma reserva, damos uma pesquisada sobre o local que nos atraiu, para ler os comentários e avaliações sobre os locais. Mas é bom levar em conta a data dos comentários e o que foi dito. Muitas vezes tem gente mal-humorada, que dá uma baixa pontuação a um estabelecimento, porque teve uma festa na rua, na noite em que se hospedou, e as pessoas ficaram cantando alto…ou porque choveu o tempo todo. Não é brincadeira! Já vimos este tipo de comentário, sim!

No site deles, www.tripadvisor.com, também se encontram comentários sobre restaurantes, locais de atração em geral, é bem variado e útil e também pode ser lido em diferentes línguas.

Tem gente que reclama porque chove…

Tem gente que reclama porque chove…

9) Como organizar a bagagem?...



Sem preocupações com roupas!

Sem preocupações com roupas!

Viagem leve!!!!!! você vai passear, não fazer desfile de modas, viu? Claro, uma roupa mais arrumada, para alguma ocasião especial, mas, em princípio, a ideia é passear…ou não? Pense, sobretudo, no seu conforto: sapatos, antes de mais nada, são fundamentais. Roupas que não apertem e que possam ser facilmente ajustadas a uma possível mudança de temperatura/clima. Bolsa que caiba muita coisa (a gente sempre vê alguma coisinha interessante prá comprar...) ou mochila. Ajuda muito fazer uma ‘packing list’, na hora de arrumar a mala. Algumas companhias aéreas costumam publicar modelos, em seus sites. Senão, comece a anotar o que acha importante levar. Também é bom sempre ter alguma coisinha de reserva para se comer: nunca se sabe…

Para quem gosta de passeios na natureza, fundamental levar água! Existem garrafas que conservam a temperatura do líquido por até 24horas.

Evitar andar pelaí com seu passaporte, e guarde-o em lugar seguro. E não esqueça a dica sobre a carteira de motorista (ver acima).

10) E as fotos?

Andar com uma boa câmera não costuma trazer problemas. Mas uma coisa é sempre bom lembrar: bandido tem em todo lugar. Então, não deixar pertences ‘voando‘ em lugares públicos, com a idéia de que ‘aqui é diferente’.

Uma coisa é andar apavorado. Outra é ser cuidadoso. Um dos meus slogans é: ‘evitar problemas é dever de todos’.

Se quiser alguma outra dica, terei prazer em ajudar. E lembre-se: o mundo é muito lindo!

VIAJE MUITO!!!



Touché Guimarães, publicado em Brasil com Z em 31/03/2015.
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10 coisas que aprendi vivendo na Bélgica

Talvez fique meio confuso determinar o que aprendi de novo especificamente na Bélgica. No entanto, aqui vivo a experiência de ser imigrante, o que sempre significa um olhar diverso daquele do turista ou mesmo de residente temporário. Então, o que aprendi nestes 12 anos, que seja tipicamente belga?

1) Andar em lugares públicos sem medo



As sombras? nós mesmos.

As sombras? nós mesmos.

Rara sensação para quem nunca a vivenciou como rotina. Em vários países a gente experimenta isto, mas em geral por pouco tempo. Por exemplo, logo que cheguei me apavorava com a ideia de andar num bosque só eu e meu marido, levando uma câmera e também nas ruas estava sempre olhando para todos os lados. Com o passar do anos, me sinto cada vez mais tranquila, sabendo distinguir os momentos em que devo estar mais atenta.

2) Não dar tantas explicações

Na medida em que a palavra, aqui, tem um valor, a gente aprende que não precisa ficar explicando, justificando, provando o tempo todo que esta falando a verdade.

3) Ir direto ao assunto

Muito estranho para minha brasilidade, mas compreensível do ponto de vista funcional. O médico não está lá para papos, o atendente ao telefone tem várias ligações a atender, os funcionários de lojas, bancos, etc, não esperam sua simpatia, mas sua objetividade e clientela. E isso não é ser antipático, ao contrário, demonstra respeito ao trabalho deles. Mas ainda estranho isso, sim.

4) Marcar hora torna a vida mais fácil. Ser pontual também

Na Bélgica tudo funciona com horário marcado e dar cano é inaceitável culturalmente. Em casos de consultas, a maioria dos profissionais cobra pela hora se você não vai. Ele/ela estava à tua disposição e perderá dinheiro se ficar esperando à toa. Aprendi que isto é aplicável na realidade.

5) Ser elegante não está ligado a desfilar cada dia com um modelito diferente e colocar vários enfeites



Conforto: regra básica da elegância!

Conforto: regra básica da elegância!

Vestir discretamente e sem se importar de repetir a roupa. Além disso, conforto é prioridade, poucas pessoas sacrificam seus corpos para vestir-se na moda. Strip-tease não está necessariamente ligado ao mercado do sexo. No inverno a gente passa o tempo todo se vestindo para sair dos lugares, tirando roupas ao entrar nos lugares, vestindo de novo ao sair, tirando ao chegar…

6) Redefinir afetos



Afetos são sempre flores !

Afetos são sempre flores !

Não só os que deixei no Brasil, mas os novos contatos, que só passam de ‘conhecidos’  a ‘amigos’ após um verdadeiro conhecimento sobre a pessoa. O tempo tem papel fundamental nisso. Outra coisa: a gente pode passar meeeeses sem sequer falar com um amigo, e isto não significa abandono. Não tocar as pessoas enquanto falo não significa desafeto. Continuo adorando beijos e abraços mas aprendo a dosá-los melhor.

7) Saudade não mata ninguém

Aprendi a viver com a saudade, a cada dia, cada momento, como uma segunda pele. Às vezes ela maltrata, mas ninguém morre de saudade, fora nas canções e poesias. Além disso, a tecnologia tem facilitado muito os contatos entre os saudosos, e só não se fala quem não quer.

8) Computador não é luxo



Zoentje, o gatinho informático

Zoentje, o gatinho informático

Atualmente não dá prá imaginar a vida sem internet, salvo para quem não se importa em virar múmia paralítica. Lidar com o mundo informatizado tem me ajudado muito a crescer. Sem o computador a própria administração dos assuntos pessoais fica impossível.

9) Natureza é linda em qualquer lugar



Curtindo a natureza

Curtindo a natureza

Não só a natureza é bela em todo lugar, como há beleza em toda cidade. Saber olhar o mundo sem pre-julgamentos, e sobretudo sem comparações. Como imigrante, aprendi que abertura de mente e coração é fundamental para a integração em outra cultura.

10) Brasil é nome doce



Realizando o sonho brasileiro

Realizando o sonho brasileiro

Existe uma fantasia com relação ao Brasil, e a palavra parece uma mágica que abre sorrisos e faz brilhar os olhos. Ser brasileira na Bélgica é muito interessante, tem um sabor de meiguice e sol, de musicalidade e gentileza que eu não vivia antes, antes de partir. Aqui, simbolizo ‘O Sonho Tropical’. Situação deveras agradável. Aprendi a representar o sonho. Que legal.

Touché Guimarães, publicado em Brasil com Z em 17/03/2015.
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